sexta-feira, 27 de junho de 2008

Filme: Jogo de amor em Las Vegas

Bem, olá novamente!

3 dias de blog, 3 posts consecutivos... e, mais uma vez, um post sobre um filme. Quem dera pudesse manter o ritmo... Hehe.

Vamos ao que interessa (ou não interessa =P), minha visão sobre o filme "Jogo de amor em Las Vegas".

O filme começa com a contextualização:

De um lado, um solteirão "bon vivant", que vive às custas de um emprego em que o pai, seu chefe, lhe mantém por mera piedade, pois o protagonista está longe de fazer por onde merecê-lo. Inicialmente viciado em apostas, desafia a todos, e sempre acaba perdendo. De tanto perder, perde a fé em si mesmo.

Do outro, uma mulher bastante centrada, extremamente dedicada em seu trabalho e ao seu noivo.



Tudo começa quando nosso solteirão é demitido pelo próprio pai, e nossa protagonista vê seu noivo terminar o relacionamento com ela numa situação bastante inusitada. Ambos se veem em má situação, e precisam de um lugar para espairecer, para enlouquecer. Que lugar melhor que a cidade da diversão, Las Vegas?

E como era para ser, seus destinos se cruzam, criando, inicialmente, um clima um tanto quanto hostil entre ambos. Porém, após alguns drinks, tudo se torna mais divertido, e na manhã seguinte, descobrem que estão... casados!

Numa discussão ao lado de uma máquina caça-níqueis, o protagonista, utilizando uma moeda de sua "esposa", ganha o grande prêmio: US$ 3.000.000,00!

Porém, com quem ficaria o dinheiro? Um juiz, cansado de ver relacionamentos superficiais nos dias atuais, os sentencia a 6 meses de casamento sério, e retém o dinheiro. A condição para ter o dinheiro novamente seria cumprir a pena, sob a vista de uma terapeuta.

Aí começa a verdadeira alma do filme: Entre tentativas e mais tentativas de sabotar o companheiro e ficar com a fortuna, nossos protagonistas abordam de maneira fidedigna e irreverente temáticas que compõem discussões do dia-a-dia de casais que vivem juntos.

Momentos engraçados, bonitos, tristes, lições...
Em suma, o filme é uma das melhores comédias românticas já vistas!

O produto disso?
Vale a pena conferir nos cinemas!

Abraços, e até a próxima!

quinta-feira, 26 de junho de 2008

Dica: Rockola.fm

Olá novamente =]

A idéia de hoje é deixar uma dica aqui de um site que encontrei hoje, mas achei bem legal: O rockola.fm.

Trata-se de uma espécie de jukebox online, com uma enorme diversidade, e o melhor de tudo: É gratuito!

Prato cheio para todos, mas particularmente mais legal para aqueles que gostam de conhecer novas músicas, novos artistas...

A divisão das músicas é bastante inovadora. O portal não mantém uma separação por artistas... é algo mais pessoal, mais interessante que determina sua escolha: Um estado de espírito!

Quer ouvir músicas mais otimistas hoje? Ótimo. Vamos ouvir.
Está mais sentimental? Ou quer coisas mais intensas? Não importa, você escolhe.

Está apaixonado e otimista, ou apaixonado e melancólico? No rockola.fm é possível fazer combinações!

A seleção é feita num disco que contém um degradé de cores, sobre os quais se demarcam as áreas dos estados de espírito... Mas vamos parar um pouco com o blábláblá e mostrar do que se trata.



Aí temos um exemplo. Pode-se criar uma conta (requisito para utilizar todos os recursos do portal), e a partir dela configurar preferências, como por exemplo retirar músicas que não gostar mais, para não ouví-las mais.

Além disso, há um sistema de correlacionamento, para aqueles que como eu, desejam conhecer novos artistas. Por exemplo: Digamos que você está ouvindo uma música de uma banda que você goste bastante... e gostaria de conhecer outras bandas que tivessem o mesmo estilo... No rockola.fm, isso é possível, pois ele mostra algumas bandas semelhantes.


E não sendo o suficiente, você pode filtrar por ano, ou ainda pode procurar por músicas de um artistas para ouví-las online.

Vale a pena conferir!
http://www.rockola.fm

Abraços, até a próxima!

quarta-feira, 25 de junho de 2008

Filme: "Fim dos tempos"









Primeiramente, hello world!

Bom, este é o primeiro post no blog, que eu já estava pensando em criar há algum tempo, mas acabei por enrolar, e enrolar... Ao contrário do outro, este não terá muitas palavras rebuscadas, será um blog mais informal mesmo, só uma janela pro mundo dos meus pensamentos (alguns deles, claro).

Hoje, um dia frio e, apesar das milhões de tarefas a cumprir, necessidade de dar uma espairecida. Não queria dormir, nem tinha ânimo pra sentar pra estudar. Já tinha em mente ir ao cinema, porém com um pessoal. Porém, o pessoal decidiu por não ir... resultado? Fui sozinho.

Ok. Começou o filme e...
Eu só voltei a me dar conta do cinema nos créditos finais.

A proposta do filme é interessante, a natureza contra o Homem, mas nada como se viu antes... Nada de fúria do mar, nada de congelamentos, sequer tornados...

Sendo específico, o filme prende a atenção do início ao fim, em cada único minuto.
A trama inicia-se de modo relativamente confuso. Geralmente, todo filme tem alguns volteios em seu início, cenas para contextualizar a situação que vem a seguir, mas este é diferente: Já começa com o impacto inicial.

Ok, está certo que alguns filmes começam assim, e depois voltam no tempo para o que aconteceu antes daquilo. Mas não esse. Embora você fique esperando que ele volte no tempo e explique o que está havendo, o motivo daquilo "Fim dos tempos" não o faz.

A trama se desenvolve, e o espectador vai entendendo-a juntamente com os protagonistas, como se fizesse parte daquilo. E, talvez por isso, o filme chega ao ponto de ser agoniante: De certa forma, o espectador assimila sentimentos dos protagonistas. Sustos, medos e a impotência diante dos acontecimentos fazem-se os mais notáveis dessa lista.

Decididamente, não é a melhor opção se o que você busca é descontração. Se "Agente 86", que vi na semana passada, não marcou minha mente nem por um minuto após o fim, "O Fim dos tempos" é um filme que faz pensar, pensar muito...

E quem sabe, temer?
Se dizem por aí que é fácil causar danos a uma árvore, já que elas não podem revidar, este filme com certeza vai mudar alguns conceitos...